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10 Coisas Para Fazer na Cidade do Cabo

Você está indo ou pretende ir para a África do Sul? Se o seu destino for a Cidade do Cabo, esse é o post perfeito para você que precisa de ajuda para montar o seu roteiro. Escolhi 10 coisas que – na minha opinião – todo mundo que vai à Cidade do Cabo precisa fazer. Vamos lá?

1. Subir a Table Mountain

Além da Table Mountain (Montanha da Mesa) ser uma das montanhas mais antigas da Terra, é também uma das 7 maravilhas naturais do mundo. Infelizmente, nós não conseguimos visitá-la durante nossa viagem por conta do mau tempo, mas dizem que ver o pôr-do-sol lá de cima é incrível.

Se você for adicionar esse item no seu roteiro (e deve), fique de olho no tempo. Muitas vezes a Table Mountain não abre por conta de chuvas ou neblina. No site deles você consegue acompanhar esse status.

Qualquer que seja a estação do ano, lá em cima faz muito frio, então estejam agasalhados para essa aventura. Especialmente se você vai assistir o pôr-do-sol, pois assim que o sol cai, a temperatura também o acompanha.

A Table Moutain faz parte de um Parque Nacional de mesmo nome. Existem duas formas de subir: teleférico ou trilha. Tem a trilha que dura 3h e a trilha que dura 6h30. Escolha de acordo com a sua necessidade/interesse. A trilha de 3h é recomendada para pessoas que costumam se exercitar com frequência e estejam acostumadas com esse tipo de caminhada rápida.

Para subir e descer de teleférico, o valor é de 293 Rands (em torno de R$90,00). Também é possível comprar o ticket online, pelo site. Se quiser subir pela trilha, não é obrigatório estar acompanhado de guia, mas eles oferecem caminhadas guiadas gratuitas em alguns momentos do dia. Também tem alguns preços especiais se você compra o ticket após às 18h.

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Table Mountain | foto: banco de imagens Pixabay

2. Fazer um Safári

Se o seu destino for a Cidade do Cabo e o Kruger National Park ficar inviável para você, existem algumas opções de reservas privadas por perto. O que nós fizemos foi o do Aquila Private Game Reserve, que fica a 2 horas de Cape Town. E se você se preocupa em saber se o lugar realmente cuida dos animais e ainda que ver os Big 5, é a escolha perfeita. Eles têm um trabalho incrível de preservação animal. Alguns dos leões que vivem lá foram resgatados de exploradores que cobravam ingresso das pessoas que queriam entrar em uma sala escura e atirar nos animais. Uma crueldade absurda.

O espaço do Aquila é lindo. Tem alguns chalés, um restaurante delicioso e uma piscina incrível. Quando iniciamos o Game, pudemos ver veados, zebras, hipopótamos, rinocerontes, leões, leoas e girafas. Os demais não conseguimos. Lá no Aquila os leões ficam em uma área separada dos outros animais, por segurança. Para que os leões não machuquem os demais.

O espaço do Aquila é lindo. Tem alguns chalés, um restaurante delicioso e uma piscina incrível. Quando iniciamos o Game, pudemos ver veados, zebras, hipopótamos, rinocerontes, leões, leoas e girafas. Os demais não conseguimos. Lá no Aquila os leões ficam em uma área separada dos outros animais, por segurança. Para que os leões não machuquem os demais.

Existe a possibilidade de escolher fazer o Half Day Safari (manhã, tarde ou fim da tarde), que dura até 2 horas, ou o Full Day Safari (que dura aproximadamente umas 3 horas). Como eu disse no post “Como planejar uma viagem para a África do Sul”, nós fechamos todos os nossos passeios e acomodações com a Cape English, e valeu muito a pena.

O valor desse passeio com eles é 2900 Rands e inclui o translado de Cape Town até o Aquila e a volta para Cape Town, a entrada no Aquila e o Game Drive (o Safári em si).

Outras opções de Safáris próximos a Cape Town: Inverdoorn (aproximadamente 2h30 da Cidade do Cabo), Sanbona (aproximadamente 3h da Cidade do Cabo) e Gondwana (aproximadamente 4h da Cidade do Cabo). Não posso falar sobre nenhum deles, pois conheci apenas o Aquila. Mas se vocês derem um google, vão achar vários blogs de viagem que conheceram um ou outro.

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Aquila Private Game Reserve | foto por @marieraya
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Aquila Private Game Reserve | foto por @marieraya
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@isakulikovskiii durante o Game Drive | foto por @marieraya
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Aquila Private Game Reserve | foto por @marieraya

3. Ver o pôr-do-sol na Signal Hill

Na nossa viagem para a Cidade do Cabo, decidimos ver o pôr-do-sol na Signal Hill nos 45 do segundo tempo. Fomos de carro com a Gabi, da Cape English, e chegamos lá bem em cima da hora. É bem lotado, tem bastante trânsito para subir. Então descemos do carro no percurso e assistimos de um trecho lá de cima. É um lugar bem disputado. O ideal é ir de Uber para não ter problemas para estacionar. Mas a vista lá de cima é linda.

De lá conseguimos ver a Table Mountain, o Cape Town Stadium, o V&A Waterfront… a vista é realmente linda.

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4. Passar o dia no V&A Waterfront

O V&A Waterfront é na verdade Victoria & Alfred Waterfront. O nome vem da Rainha da Inglaterra e de seu filho. Trata-se de uma área portuária que conta com restaurantes, shoppings, museus, mercados, roda gigante e muitas lojinhas. De lá partem muitas embarcações, inclusive para passeios.

Os preços dos restaurantes são mais caros, como é de se imaginar, mas se você não se importa em gastar um pouquinho a mais para uma refeição no lugar, vale a pena. O ambiente é uma delícia. Tem pontos para fotos com a Table Mountain de fundo e é perfeito para passar o dia e aproveitar. No shopping tem várias lojas conhecidas, sorveterias etc.

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V&A Waterfront | foto: @marieraya
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V&A Waterfront | foto: @marieraya
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V&A Waterfront | foto: @marieraya
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V&A Waterfront | foto: @marieraya
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V&A Waterfront | foto: @marieraya

5. Fazer um tour pelas praias

O que não falta na Cidade do Cabo são praias incríveis. De verdade. É uma mais linda que a outra. Nossas favoritas:

Camps Bay – Uma das famosas e queridinhas de Cape Town. Como fomos no inverno, nem arriscamos entrar no mar. Mas a paisagem incrível rende fotos lindas. Li que mesmo no verão, o mar não é tão disputado por conta da água gelada e dos riscos de tubarões, rs. Dizem que as áreas de risco ficam sinalizadas, mas há quem prefira não arriscar. De qualquer forma, é uma praia linda mesmo. As fotos em cima das pedras são bem famosas por lá.

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Camps Bay | foto: @marieraya
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@isakulikovskiii em Camps Bay | foto: @marieraya
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@agatha em Camps Bay | foto: @marieraya

Muinzenberg Beach – A famosa praia com casinhas coloridas, que servem de vestiário para muita gente. Acreditem. Além de longa, a praia também é famosa pelo surf. Muitos surfistas iniciantes costumam pegar ondas por lá. E, como disse sobre Camps Bay, tem o risco de tubarões por conta da região. Especialmente os brancos. Mas eu li que existe um alarme caso haja algum risco de tubarão por perto.

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Muizenberg Beach | foto: @marieraya
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Muizenberg Beach | foto: @marieraya
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Muizenberg Beach | foto: @marieraya
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Muizenberg Beach | foto: @marieraya

Noordhoek Beach – Uma das praias mais lindas, famosa por sua extensa faixa de areia branca. Você chega até ela pela cênica Chapmans Peak Drive. Ficamos bem pouco por aqui, apenas fotografamos e já seguimos para Muizenberg.

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@isakulikovskiii na Noordhoek Beach | foto: @marieraya
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@isakulikovskiii na Noordhoek Beach | foto: @marieraya
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Noordhoek Beach vista da Chapmans Peak Drive | foto: @marieraya

Clifton Beach – Para chegar nessa praia escondida entre casas, você precisa descer um mundaréu de escadas. Parece que não vai levar a lugar nenhum, mas você chega. E que cenário! Lindo. Ela é dividida (por pedras grandes) em 4 partes: Clifton 1, 2, 3 e 4.

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Clifton Beach | foto: @marieraya
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Clifton Beach | foto: @marieraya
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Escadaria de acesso Clifton 3 | foto: @marieraya

Sea Point – O famoso bairro que tem tudo (inclusive praia). Muitas opções de restaurantes, mercados, centrinhos comerciais. Próximo das principais praias e do V&A Waterfront. A praia em si não tem muita areia. Na verdade tem bastante pedra e conchas. Se você curte colecionar conchas de destinos praianos, esse é o melhor lugar para escolher algumas. Tem conchas lindas, daquelas que parecem de desenho animado, sabe? O pôr-do-sol de lá é mágico também!

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@agatha em Sea Point | foto: @marieraya
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Pedras e conchas na praia de Sea Point | foto: @marieraya
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Sea Point | foto: @marieraya
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@marieraya em Sea Point | foto: @matlusa

6. Conhecer Boulders Beach, a praia dos pinguins

Uma das melhores surpresas dessa viagem! The Boulders Beach se tornou um dos lugares que eu mais amei conhecer. E quase não fomos! Nosso roteiro estava super apertado, mas como não conseguimos visitar o Kirstenbosch Botanic Garden (vimos fotos e vale muito a pena!) porque não nos deixaram produzir ensaios fotográficos por lá, decidimos de última hora ir até Simon’s Town e conhecer a praia dos pinguins.

Seguinte, o lugar é bem disputado e é preciso comprar o ticket para entrar (pagamos 75 Rands). Tem um guichê logo no início, onde tem um deque, e tem outro no fim de uma passarela logo ao lado. Nós seguimos a passarela até o fim e estava vazio, ao contrário do primeiro guichê que tinha uma fila enorme. Pagamos o ingresso e entramos. E, gente, vale cada Rand. Que lugar maravilhoso. Boulders Beach é o único lugar no mundo onde você consegue ficar tão próximo de um pinguim africano. Claro que é preciso respeitar o espaço deles. Não tocá-los, não alimentá-los. Às vezes eles podem acabar se assustando com a nossa euforia. E dizem que a mordida do pinguim dói e muito!

Dos deques você consegue vê-los em grandes quantidades, agrupados. Mas se você for até a ponta da praia, onde nós fomos, você consegue ver vários deles passeando pela areia, nadando. Realmente andando entre os visitantes que estão caminhando por lá. Para explorar melhor a praia, é preciso pular algumas pedras e passar por baixo de outras. E a água, característica típica do mar africano, gelaaada! Ou melhor: congelante! Mas que passeio, amigos <3

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@marieraya em Boulders Beach | foto: @matlusa
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Boulders Beach | foto: @marieraya
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Boulders Beach | foto: @marieraya

7. Dirigir pela Chapmans Peak Drive

Quando eu digo dirigir, não necessariamente precisa ser você aí dirigindo. Pode ser uma pessoa dirigindo e você apenas admirando, como foi o nosso caso fechando a trip com a Cape English. Porque, sendo bem sincera, você precisa ter uma cabeça muito boa para não rolar um bug nas estradas/ruas com as vias invertidas e com o volante do lado oposto ao que o volante fica aqui no Brasil. Juro. Sem dirigir já dá aquele bug e aquela sensação de estar na contramão, imagina dirigindo! Mas, se você é um aventureiro que dá conta do recado (sem brincadeira, precisa estar 100% seguro né?), pé na estrada.

A Chapmans Peak Drive é uma daquelas estradas de filme. É realmente cênico. A cada curva uma surpresa diferente. O cenário é deslumbrante, de verdade. Se você não garantir sua foto por lá, com certeza voltará para o Brasil arrependido! Pegamos a Chapmans Peak no dia do tour pelas praias. Fomos até Muizenberg e depois voltamos parando nas demais. Incrível e inesquecível. De verdade.

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@isakulikovskiii na Chapmans Peak Drive, com a Noordhoek Beach ao fundo | foto: @marieraya
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Chapmans Peak Drive | foto: @marieraya
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@isakulikovskiii e @agatha na Chapmans Peak Drive | foto: @marieraya
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@isakulikovskiii e @agatha na Chapmans Peak Drive | foto: @marieraya
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Chapmans Peak Drive | foto: @marieraya
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@marieraya e @matlusa na Chapmans Peak Drive

8. Visitar o bairro de Bo-Kaap

Imaginem um bairro onde cada casa é de uma cor diferente. Casas vizinhas nunca são da mesma cor. E na frente de uma dessas casas, um carro azul. E não é uma rua só. São várias ruas com casas assim. Esse lugar é real: Bo-Kaap. Esse lugar é tão divertido visualmente e rende tantas fotos legais… E é um bairro. Não paga entrada. Você simplesmente coloca no Waze ou no Uber e vai. Não é um passeio que dura horas, mas vale a pena conhecer esse lugar tão chamativo. Nunca fui a Cartagena, mas acredito que tem essa mesma vibe.

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@matlusa e @majumazalli durante a filmagem em Bo-Kaap | foto: @marieraya
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@isakulikovskiii em Bo-Kaap | foto: @marieraya
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@isakulikovskiii em Bo-Kaap | foto: @marieraya
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Bo-Kaap | foto: @marieraya
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@matlusa e @marieraya em Bo-Kaap

9. Passar o dia na Spier Wine Farm, Stellenbosch

O vinho sul-africano é bem famoso e não por menos: é uma delícia! Exatamente por isso você não pode deixar de conhecer alguma vinícola por lá. A escolhida para o nosso roteiro foi a Spier Wine Farm, em Stellenbosch. O clima desse lugar é maravilhoso. Paisagens e vinhos incríveis, restaurantes lindos (e deliciosos)… vale muito a pena. Se você bater perna por lá, é possível descobrir um cenário mais lindo que o outro a cada passo. Muito verde, flores, plantações, rios, pontes, montanhas ao fundo. Dá vontade de registrar cada pedacinho daquele lugar.

Depois de passear e tirar muitas fotos, almoçamos e nos preparamos para a degustação. Em nossa mesa, cada um tinha um menu e 5 taças em em cima. No menu, podíamos ver os vários tipos de vinho e seus preços. Para quem entende de vinho, deve ser uma experiência ainda melhor! Eu, que entendo pouquíssimo, me diverti e achei super informativo! Tem sempre alguém para explicar cada vinho, cada sabor, sugerir combinações de acompanhamentos etc. Foi um dia muito gostoso!

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@majumazalli na Spier Wine Farm, Stellenbosch | foto: @marieraya
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@agatha na Spier Wine Farm, Stellenbosch | foto: @marieraya
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@agatha na Spier Wine Farm, Stellenbosch | foto: @marieraya
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Spier Wine Farm, Stellenbosch | foto: @marieraya
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@isakulikovskiii na Spier Wine Farm, Stellenbosch | foto: @marieraya
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Spier Wine Farm, Stellenbosch | foto: @marieraya
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Spier Wine Farm, Stellenbosch | foto: @marieraya
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Spier Wine Farm, Stellenbosch | foto: @marieraya
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Degustação de vinhos na Spier Wine Farm, Stellenbosch | foto: @marieraya
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Menu de vinhos – Spier Wine Farm, Stellenbosch | foto: @marieraya

10. Pegar a Garden Route e conhecer o Knysna Elephant Park

Com certeza a experiência mais marcante da minha vida foi alimentar e caminhar com elefantes (até então a Cordilheira dos Andes tinha sido o meu momento preferido da vida – na verdade acho que os dois dividem o primeiro lugar). Mas para ter essa experiência de conhecer a Garden Route e ir até o Knysna, você precisa ter um espaço legal no seu roteiro. Pelo menos 2 dias inteiros livres.

Vamos começar pela Garden Route. É uma estrada de aproximadamente 300 km que liga Mossel Bay a Storms River. Ela é muito famosa pelo visual que tem tudo a ver com seu nome. Suas paisagens são lindas, é uma abundância de flores e folhas e se você sai bem cedinho para esse passeio, ainda é contemplado com um nascer do sol incrível entre as montanhas, na estrada. De verdade. Que privilégio ter presenciado esses momentos.

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Garden Route | foto: @marieraya
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Garden Route | foto: @marieraya
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Garden Route | foto: @marieraya
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Garden Route | foto: @marieraya
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Pássaros na Garden Route | foto: @marieraya
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Banheiro bem temático em uma das paradas, na Garden Route.

Fomos de Cape Town até Knysna, onde fica o santuário dos elefantes, e depois seguimos até Plettenberg, onde passamos a noite em um hotel 5 estrelas incrível. No total, com 3 paradas durante o percurso para um café ou esticar as pernas, foram aproximadamente 7h30 de viagem.

Quando chegamos no Knysna Elephant Park, fomos até a recepção onde existem quadros com toda a cronologia do santuário. Conta como os primeiros elefantes foram resgatados e fala sobre todo o trabalho deles. É realmente muito bonito e informativo, para que você esteja naquele lugar seguro de que os animais ali foram resgatados de maus tratos e são realmente bem cuidados (nos preocupamos muito com isso, tanto no Safári quanto aqui).

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Knysna Elephant Park | foto: @marieraya
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Knysna Elephant Park | foto: @marieraya
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Restaurante do Knysna Elephant Park | foto: @marieraya

Antes de iniciarmos nossa aventura, um guia nos orienta sobre os cuidados que devemos ter e coisas que não devemos fazer. Não ficar exatamente na frente ou atrás do elefante, não abraçá-los, não fazer movimentos bruscos e se na hora da alimentação a fruta cair, não juntar. Tudo isso para garantir o bem estar de ambas as partes.

Quando fomos para a área aberta, os elefantes estavam posicionados lado a lado esperando para comer. Recebemos um baldinho com frutas e legumes cada um para irmos alimentando os donos da casa. Gente, a sensação é incrível. É uma pele grossa e eles realmente “pegam” as frutas da sua mão. O contato é mágico.

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Baldinho com a alimentação para os elefantes | foto: @marieraya
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Knysna Elephant Park | | foto: @marieraya
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Knysna Elephant Park | | foto: @marieraya
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Knysna Elephant Park | | foto: @marieraya
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@isakulikovskiii no Knysna Elephant Park | | foto: @marieraya
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@majumazalli no Knysna Elephant Park | | foto: @marieraya
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@marieraya e @matlusa no Knysna Elephant Park | foto: @isakulikovskiii
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@marieraya e @matlusa no Knysna Elephant Park | foto: @isakulikovskiii
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@marieraya no Knysna Elephant Park | foto: @matlusa
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@agatha no Knysna Elephant Park | foto: @marieraya

O processo de alimentar é rápido. Em seguida, eles posicionam cada um de nós ao lado de um elefante diferente, acompanhado de um cuidador, para caminhar com eles. Durante a caminhada, podemos fazer carinho nos elefantes e os cuidadores nos contam um pouco sobre aquele que estamos acompanhando, sobre os elefantes em geral, tudo em inglês, claro. E você pode fazer perguntas a todo momento.

O elefante que eu acompanhei era uma fêmea, a Sally. Ela tem 29 anos e é a mais velha entre todos. Foi resgatada em 1994 do Kruger e cresceu no Santuário. É vista como a mãe de todos, extremamente protetora com os demais. Já o elefante que o Matheus acompanhou era o mais novo: 10 anos.

A caminhada foi um momento tão mágico, um momento de conexão com a natureza, com o universo e com Deus. O frio era congelante, pegamos chuva durante o percurso, mas aquele momento, aquela caminhada com esse animais gigantes e com um sol se pondo naquele cenário lindo fizeram valer a pena cada segundo. Foi pura magia. Deu até pra flagrar uma lágrima ou outra de tão especial.

Depois disso, nos despedimos, fomos lavar nossas mãos e encontramos um cafezinho, um suco e uns petiscos nos esperando no restaurante do santuário, na frente de uma lareira para nos aquecer (estávamos precisando!).

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Knysna Elephant Park | foto: @marieraya
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Knysna Elephant Park | foto: @marieraya

No santuário, assim como no Safári, tem uma lojinha de souvenires. Pelúcias, imãs de geladeira, imãs com os nomes dos elefantes do santuário, utensílios, canecas, camisetas e por aí vai. Tudo muito caro também, claro. Mas vale a paradinha para admirar e se tiver dinheiro sobrando, quem sabe levar algo.

Seguimos então para Plettenberg, até The Robberg Beach Lodge, o hotel onde passamos a noite. Foi a primeira vez que eu fiquei em um hotel 5 estrelas. Achei chique, rs. Gente, juro. Que lugar! Os quartos eram enormes! O nosso, tinha lareira, duas poltronas em uma mini sala e 2 banheiros: um banheiro para banho e um lavabo. Também tinha uma varanda, com um espaço com mesinhas e bastante verde. Os quartos todos com aquecedores, a cama ma-ra-vi-lho-sa, edredom que parece uma nuvem te abraçando durante o sono e pantufas deliciosas do hotel.

Optamos por não pedir o jantar do hotel por questões de $$$$$, uma vez que só o café da manhã estava incluso. Mas pedimos para o pessoal da recepção pedir pizza pra gente e eles foram super solícitos. Jantamos, então, deliciosas pizzas jogados no chão do quarto e exaustos.

Na manhã seguinte, o check out era às 10h. Foi uma correria para fazer algumas fotos no hotel, tomar café e fazer o check out. Gente, precisamos falar sobre: café da manhã. Eu sou realmente viciada em café da manhã de hotel. É uma das coisas que mais observo antes de fechar um hotel para uma viagem. E esse foi um daqueles inesquecíveis. Juro. Maravilhoso! Tinha um buffet com frios, pães e sucos e o menu onde você podia escolher os pratos quentes do café. Minhas escolhas foram Eggs Benedict (basicamente batata ralada frita, ovos escalfados, molho holandês, salmão e bacon – tinha opção com abacate, optei sem) e Waffle com Nutella. Ai.. só sei sentir. Tudo bem que o Waffle com Nutella ok, normal. Mas os ovos… nunca tinha provado esse prato antes. E esses ovos são super famosos. Juro, se querem um conselho gastronômico sobre cafés da manhã: se houver alguma oportunidade de provar Eggs Benedict, provem!

Enfim, saindo do hotel caminhamos até a praia da frente, Plettenberg Bay, para fazer algumas fotos. Não sei se é uma praia bem deserta ou se era o horário/clima, mas a praia estava vazia. Nem uma pessoa além de nós. Durante a meia hora que ficamos por lá, apenas duas pessoas passaram caminhando. Mas a praia é linda. De verdade. Areia branquinha. Mar agitado. Típico do que já havíamos conhecido da África do Sul. Várias conchas perfeitas por lá também. Enfim, que aventura <3

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Eggs Benedict at The Robberg | foto: @marieraya
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The Robberg | foto: @marieraya
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The Robberg | foto: @marieraya
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Plettenberg Bay | foto: @marieraya
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Plettenberg Bay | foto: @marieraya
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Plettenberg Bay | foto: @marieraya
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Plettenberg Bay | foto: @marieraya
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Plettenberg Bay | foto: @marieraya
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Plettenberg Bay | foto: @marieraya
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Plettenberg Bay | foto: @marieraya

Bom, gente. Essa foi a lista com 10 sugestões para você adicionar no seu roteiro de viagem, caso visite a Cidade do Cabo. Se vocês querem saber mais sobre como planejar uma viagem para a África do Sul ou os valores de tudo, eu fiz um post bem completo para te ajudar nisso, aqui no blog! Corre lá e dá uma lida.

Qualquer dúvida, já sabem: pode deixar no comentário ou chamar a gente lá no insta! <3

autoradajanelajpeg

2 comentários

  1. Ma, amei a postagem! Com certeza, depois da eurotrip vou salvar dinheirinhos pra África do Sul. É um baita sonho! E esse post o alimentou ainda mais. Sucesso!

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